Principais verbetes do mercado de capitais.

AÇÕES ORDINÁRIAS


Dão direito de voto aos seus acionistas e também oferecerem dividendos. Geralmente estão concentradas, em grande parte, nas mãos dos proprietários da empresa.




AÇÕES PREFERENCIAIS


Dão preferência aos portadores para receberem dividendos ou boa parte de seus investimentos em caso de falência da empresa. Seus acionistas não dispõem do direito de voto nas reuniões da empresa.




ADRs


Significa American Depositary Receipts. São recibos de ações que servem para que empresas sediadas em outros países possam negociar seus papéis no mercado norte-americano.




AFTER MARKET


É a sessão do pregão eletrônico que ocorre após o fechamento do pregão regular. Pode variar de acordo com o pregão principal, podendo ser retardado com a chegada do horário de verão no Brasil. A data de liquidação dos negócios segue a mesma do pregão principal, porém a oscilação de preço nos negócios não pode ultrapassar 2% para mais ou para menos do valor de fechamento do papel ao fim do pregão regular.




ALAVANCAGEM


É quando o acionista utiliza capital extra, de terceiros, para aumentar as proporções de lucro, conseqüentemente também o risco da operação.




ANBID


Sigla de Associação Nacional dos Bancos de Investimentos. Representa as instituições financeiras que participam do mercado de valores mobiliários no Brasil. Sua principal atuação é no mercado de fundos de investimentos, agindo como órgão regulador.




ATIVO


É termo utilizado para representar os bens, pertencentes a uma empresa ou pessoa, que gerem renda passiva, como imóveis, dinheiro aplicado, ações etc. Em inglês, significa asset.




B3


A empresa B3 é a bolsa de valores do Brasil, sendo a sigla a abreviação de Brasil, Bolsa, Balcão. Basicamente, o conglomerado da bolsa, formado em 2017, é responsável pela maior parte das negociações, registros, custódia e liquidação de títulos e valores mobiliários do mercado financeiro e de capitais brasileiro.




BDRs - Brazilian Depositary Receipts


PATROCINADAS Os Brazilian Depositary Receipts Patrocinados (BDR) são valores mobiliários emitidos no Brasil, que possuem como lastro ativos, geralmente ações, emitidos no Exterior. Para emissão do BDR Patrocinado, a companhia emissora dos valores mobiliários no Exterior deve contratar no Brasil uma instituição depositária, a qual será responsável por emitir os BDRs. A instituição depositária tem como responsabilidade garantir que os BDRs Patrocinados emitidos no Brasil de fato estejam lastreados nos valores mobiliários emitidos no Exterior. Desta forma, a instituição depositária mantém uma conta em um custodiante no Exterior onde permanecem depositados e bloqueados os respectivos valores mobiliários utilizados como lastro dos BDRs Patrocinados. A instituição depositária deve garantir que não haja qualquer descasamento entre o saldo dos valores mobiliários no Exterior e dos BDRs emitidos. As instituições depositárias podem emitir ou cancelar os BDRs Patrocinados conforme a demanda dos investidores locais no mercado primário. Por exemplo, se um investidor solicitar a emissão de um BDR Patrocinado de uma companhia estrangeira, o mesmo deverá transferir os valores mobiliários que detém desta companhia no Exterior para a conta da instituição depositária também no Exterior. Após esta transferência, e verificando que o saldo do lastro é suficiente, a instituição depositária emitirá os respectivos BDRs no Brasil. Os BDRs Patrocinados, após emitidos, podem ser negociados no mercado secundário através da plataforma da BM&FBOVESPA de forma semelhante às ações. Um investidor, ao adquirir BDR, indiretamente passa a deter ações da companhia com sede em outro país, sem que para isso tenha que abrir uma conta em uma corretora estrangeira e tampouco realizar os trâmites de um investimento internacional. A BM&FBOVESPA é a única entidade administradora de mercados que oferece todos os processos de negociação, liquidação e custódia dos BDRs Patrocinados no Brasil. NÃO PATROCINADAS Os Brazilian Depositary Receipts Não Patrocinados Nível I (BDR NP) são valores mobiliários, emitidos no Brasil por instituições depositárias, que possuem como lastro valores mobiliários emitidos no Exterior tais como ações de companhias estrangeiras. A instituição depositária tem como responsabilidade garantir que os BDRs NP emitidos no Brasil de fato estejam lastreados nos valores mobiliários emitidos no Exterior. Desta forma, a instituição depositária mantém uma conta em um custodiante no Exterior onde permanecem depositados e bloqueados os respectivos valores mobiliários utilizados como lastro dos BDRs NP. A instituição depositária deve garantir que não haja qualquer descasamento entre o saldo das ações no Exterior e dos BDRs emitidos. No Brasil, a instituição depositária emissora do BDRs NP também é responsável por divulgar ao mercado local as informações corporativas e financeiras das companhias estrangeiras emissoras das ações que estejam sendo utilizadas como lastros de seus BDRs. As companhias estrangeiras divulgam suas informações corporativas e financeiras de acordo com as regras a que estão submetidas no seu país de origem e a instituição depositária apenas acompanha e divulga estas informações no mercado brasileiro. As instituições depositárias podem emitir ou cancelar os BDRs NP conforme a demanda dos investidores locais no mercado primário. Por exemplo, se um investidor solicitar a emissão de um BDR NP de uma companhia estrangeira, o mesmo deverá transferir as ações que detém no Exterior para a conta da instituição depositária também no Exterior. Após esta transferência, e verificando que o saldo do lastro é suficiente, a instituição depositária emitirá os respectivos BDRs NP no Brasil. Os BDRs NP, após emitidos, podem ser negociados no mercado secundário através da plataforma da BM&FBOVESPA de forma semelhante às ações. Um investidor, ao adquirir este valor mobiliário, indiretamente passa a deter ações da companhia com sede em outro país, sem que para isso tenha que abrir uma conta em uma corretora estrangeira e tampouco realizar os trâmites de um investimento internacional. A BM&FBOVESPA é a única entidade administradora de mercados que oferece todos os processos de negociação, liquidação e custódia dos BDRs NP no Brasil. Fonte: B3




BLUE CHIP


Termo utilizado no mercado financeiro, que representa o grupo das ações mais liquidas, seguras, e potencialmente lucrativas negociadas na Bolsa de Valores.




BOOM


Aumento acentuado das cotações e dos volumes operados em determinado mercado.




BULL MARKET


Termo usado para representar um mercado altista (mercado de touro). Maior força de compra que de venda.




CALL


Representa uma “opção de compra” de uma ação, no mercado de opções.




CARTEIRA


É o conjunto de ativos que um investidor possui em seu poder em determinado momento.




CASH-YIELD


É um índice de retorno anual do pagamento de dividendos em relação ao preço da ação da companhia.




COMMODITIES


Significa mercadoria. No mercado financeiro é utilizada para indicar um tipo de produto, como café, algodão, soja, cobre, petróleo. Existem bolsas de valores específicas para negociar commodities, como a B3 ( Bolsa de Mercadorias e Futuros).




COPOM


Sigla de Comitê de Política Monetária do Banco Central. É o encarregado de formular a política monetária do país. Estabelece diretrizes de política monetária e define a meta da taxa de juros primaria (SELIC) que remunera os títulos da divida pública federal.




CUSTÓDIA


É o local onde os títulos e as ações são registradas em nome de quem os comprou, garantido a sua propriedade.




CVM


Sigla de Comissão de Valores Mobiliários. É uma autarquia federal responsável por regular e fiscalizar o mercado de valores mobiliários no Brasil.




DAY TRADE


Operação em que a compra e a venda de um mesmo ativo são realizadas no mesmo pregão, ou seja, num único dia.




DEBÊNTURES


São títulos de crédito, semelhantes aos títulos emitidos pelo governo, só que com a diferença de que são emitidos por empresas.




DERIVATIVOS


Ativos mobiliários que derivam de outro ativo, ou seja, estão amarrados a eles. Como exemplo, temos as opções de compra das ações da Telemar.




DESCOBERTO


Expressão usada com o termo venda, que representa estratégia de investimento, em que o investidor vende um papel de que não dispõe na carteira, comprometendo-se a comprá-lo posteriormente, apostando na queda do mercado.




DIVIDENDOS


Bonificações pagas periodicamente ao investidor que mantém papéis da empresa pagadora em sua carteira de investimentos.




ESPECULAÇÃO


Operação comercial em que o negociador aceita assumir um risco considerável com o intuito de obter lucro.




FED


Sigla de Federal Reserv Bank, o Banco Central Americano.




FIBONACCI


Os números de Fibonacci representam importante ferramenta para analise da duração de um movimento gráfico.




FIEX


Sigla de Fundo de Investimentos no Exterior, que é um fundo de investimento doméstico, pórem que aplica no mínimo 80% de seus recursos em títulos da divida externa brasileira.




FUNDO DE INVESTIMENTO


Comunidade aberta de pessoas com o objetivo em comum de aplicar seu capital, seguindo regras próprias e pré-estabelecidas, e que se unem com propósito de obterem vantagens no mercado.




HEDGE


Corresponde a uma estratégia do mercado financeiro, que pode ser realizada de diversas maneiras, em que o investidor busca diminuir o nível de risco de uma determinada posição.




HOME BROKER


Painel de operações que interliga o investidor á sua Corretora, permitindo que execute ordens de forma independente.




HOT MONEY


É o capital originário de investidores estrangeiros, cujo destino são as aplicações no mercado financeiro nacional.




IBOVESPA – Índice da Bolsa de Valores de São Paulo


Mede a lucratividade de uma carteira hipotética com as ações mais negociadas, seguras e rentáveis para investimento no momento. Cada ação integrante recebe um peso, em pontos, que varia de acordo com sua liquidez.




IBOVESPA FUTURO


Contrato da B3 em que o investidor compra ou vende a pontuação do Índice Bovespa à vista numa data futura.




IBX – Índice Brasil


Mede o retorno de uma carteira hipotética composta por 100 ações selecionadas entre as mais negociadas na Bovespa, em termos de número de negócios e volume financeiro.




IGP-M – Índice Geral de Preços do Mercado


Mede a variação de preços no mercado de atacado, de consumo e construção civil. O IGPM considera todos os produtos disponíveis no mercado, inclusive o que é importado.




INDICADOR


Por indicador entende-se qualquer ferramenta de analise gráfica que possa oferecer indicações úteis para a identificação das tendências dos preços de um ativo.




IPC – Índice de Preço ao Consumidor


Mede a variação dos preços de uma cesta de consumo média de uma determinada população.




IPO – Initial Public Offering


Termo utilizado para representar a entrada de uma empresa no mercado de valores mobiliários.




LIQUIDEZ


Grau de facilidade com que se consegue transformar um ativo (ações. Imóveis etc.) em dinheiro vivo.




LOTE


Representa uma quantidade padronizada de ativos financeiros, a fim de arredondar as quantias de papéis negociados.




MARGEM


É uma garantia, em dinheiro ou ativos do mercado financeiro, que tem por finalidade arredondar as quantias de papéis negociados.




MEGA BOLSA


Sistema de negociação na Bovespa que engloba o Pregão Viva Voz e o Pregão Eletrônico. Pelos terminais eletrônicos do Mega Bolsa, as Corretoras podem enviar suas ordens de compra ou venda diretamente de seus escritórios, em qualquer parte do território nacional.




MERCADO A TERMO


Mercado onde se determina quantidade, preço e data da liquidação de uma operação, que geralmente é de 30, 60 ou 90 dias depois de executado o negócio.




MERCADO À VISTA


Negócio com ativos, títulos e valores mobiliários que se liquida à vista.




MESA DE OPERAÇÕES


Local físico, instalado nas Corretoras de Valores, responsável pelo envio de ordens ao pregão da Bolsa de Valores.




OPÇÃO DE AÇÃO


Direito de compra ou venda de determinado papel, em data futura, por preço pré-estabelecido, em que o investidor paga um valor chamado de prêmio para ter esse direito.




ORDEM


É um pedido de compra ou venda de um papel no mercado financeiro, enviado pra o investidor pela sua Corretora de Valores.




POP – Programa de Investimento com Participação


É um novo produto do mercado de renda variável, cujo o objetivo é reduzir os riscos durante o investimento em ações.




PREGÃO


Representa uma seção, em que são realizados negócios nas bolsas de valores.




PREGÃO ELETRÔNICO


É o sistema eletrônico de negociação através de terminais, que permitem a realização de negócios nos mercados à vista, a termo e de opções, com papeis e horários definidos pela Bovespa.




RENTABILIDADE


Taxa de retorno de um investimento, expresso em termos percentuais.




RESGATE


Equivale ao saque bancário em que o investidor faz a retirada do total ou parte dos recursos investidos na aplicação.




RESISTÊNCIA


Corresponde ao nível de preços em que se acredita que haverá dificuldade em dar continuidade ao aumento dos preços devido a proximidade de um forte ponto de vendas.




RISCO BRASIL


Índice criado para representar o grau de risco de se investir no país em determinado momento. Age como um termômetro indicador da confiança do mercado em relação à economia do país.




SELIC – Sistema Especial de Liquidação e Custodia


Serve como referência para muitas taxas de juros adotados no pais. A taxa Selic representa a media de juros pagos pelo governo as instituições que lhe emprestam capital, como os bancos, por exemplo, através da compra desses títulos.




SPREAD


Diferença entre o preço de compra e o preço de venda de um ativo, de onde é possível gerar o lucro da operação financeira.




STOP


Tipo de ordem utilizada no mercado financeiro que permite proteger automaticamente o capital investido.




SUPORTE


Corresponde ao nível de preços em que se acredita que haverá dificuldade em dar continuidade a queda dos preços, devido a proximidade de um forte ponto de compras.




TIMING


Termo utilizado no mercado financeiro para se referir ao melhor momento para comprar ou vender. O investidor busca “acertar o timing”, o tempo do mercado.




TR – Taxa Referencial


Taxa Referencial de Juros. Representa a média mensal dos juros pagos pela capitação de depósitos a prazo (CDBs e RDBs) das 30 maiores instituições financeiras do pais.




TRADE


É uma expressão comumente usada no mercado financeiro para designar a realização de um negocio.




TRADERS


É a nomenclatura comumente usada no mercado financeiro para aqueles que realizam negócios entre si.




VALOR DE MERCADO


É o valor que um proprietário receberia por um ativo, se desejasse vendê-lo de imediato.




VENCIMENTO


Data que ocorre a liquidação dos contratos no mercado de opções de ações.




VOLATILIDADE


Indica o grau médio de variação dos preços de um ativo num determinado período. Alta volatilidade significa que o valor da cota apresenta forte oscilação.




VOLUME


É a quantidade de dinheiro envolvida na negociação de um determinado papel.




BETA


É um coeficiente de volatilidade de uma ação, que compara o preço ao Índice Bovespa, usado como ponto de referência para o mercado brasileiro, com beta igual a 1 (um).




BEAR MARKET


Termo usado para representar um mercado baixista (mercado de urso). Maior força de venda que de compra.





© 2020 por Mário Saldanha | Saltrade

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